Mais do que criação de valor, existe um desejo primário de praticamente todos os acionistas e investidores: não perder sua riqueza. Esse propósito normalmente não é tratado explicitamente no ambiente empresarial.
Perenidade vai ao encontro desse propósito, pois é um conceito que coloca a preservação de riqueza em primeiro plano, sujeitando retorno e crescimento a ela.
OS 6 ITENS QUE POSSUEM IMPACTO
DIRETO NA PERENIDADE
- Desonestidade e fraude
- Dívida e derivativo
- Modelo de negócios
- Mudança de contexto
- Otimismo ilusório
- Gestão e governança
O autor argumenta neste livro que gerar retorno e crescer é mais fácil quando perenidade é relegada. E é assim que muitas empresas crescem e são lucrativas até que um dia podem deixar de sê-lo.
Os conceitos e teses apresentados fundamentam-se em experiências profissionais adquiridas em quase duas centenas de projetos realizados pelo autor.
Inicialmente, o texto define o conceito e depois explora seis itens que possuem impacto direto na perenidade.
Atos ilícitos, fraudes e práticas desonestas frequentemente colocam a perenidade em risco em nome de ganhos desnecessários.
A dívida, que pode gerar grandes riquezas, eventualmente mostrará seu lado maléfico como depuradora de erros. Muitas vezes o destino estará traçado pelo segmento de atuação.
Qualidade de gestão ou excelência operacional podem não ser suficientes em alguns negócios.
TROFÉU CULTURA ECONÔMICA
Melhor livro de Administração
Talvez a melhor ideia fosse estar longe deles para preservar a perenidade.
O tempo e as mudanças associadas também são inimigos da perenidade. A questão do otimismo ilusório incrustado na cultura organizacional é um elemento central de muitas derrocadas e merece tratamento focado para evitar seus malefícios.
E, finalmente, a causa primária da maioria dos problemas: erros de gestão e governança, que começam silenciosos e, quando aparecem, podem se mostrar demasiadamente grandes. O tratamento adequado desses seis itens pode preservar empresas e riquezas indefinidamente.
Obra destinada aos interessados em estratégias e iniciativas para evitar que empresas e recursos deixem de existir, como o colaborador, que quer ajudar seu empregador, e representantes do poder público, que querem criar estratégias de desenvolvimento.
Além do público geral, o texto é principalmente orientado aos maiores prejudicados na eventual perda de perenidade: acionistas e credores de empresas, bem como investidores no mercado financeiro.
Leitura complementar para as disciplinas Teoria Geral da Administração, Administração Estratégica, Empreendedorismo e Criação de Novos Negócios e Finanças Empresariais dos cursos de Administração de Empresas em níveis de graduação e pós-graduação.